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ame arquitetura | November 15, 2019

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Le Parc Lumier do Julio Le Parc é simplesmente imperdivel!

Le Parc Lumier do Julio Le Parc é simplesmente imperdivel!
amearquitetura

A exposição Le Parc Lumiere do ilustre mestre de arte cinetica Julio le Park na Casa Daros RJ é simplesmente imperdivel e magnifica!  Não podem perder de jeito nenhum! Eu me senti como se fosse atras de um espelho, num mundo magico e surreal.

 

Julio le Parc

Julio le Parc

 

Pioneiro da arte cinética e um dos principais artistas contemporâneos, Julio Le Parc inaugurou a sua terceira individual simultânea no Brasil na Casa Daros (as outras são na Galeria Nara Roesler e Galeria Carbono, em São Paulo). Com curadoria de Hans-Michael Herzog, diretor artístico e curador da Coleção Daros Latinamerica, e Käthe Walser, curadora técnica da instituição, a mostra é a segunda a ocupar o casarão em Botafogo (a primeira foi “Cantos Cuentos Colombianos”).

 

Casa Daros Rio de Janeiro

Casa Daros

Nascido em Mendoza na Argentina em 1928 , Julio Le Parc mudou-se para Paris em 1958, onde vive até agora.

Um precursor da Arte Cinética e Op Art, membro fundador do Groupe de Recherche d’Art Visual  e ganhador do Grande Prémio de Pintura na 33 ª Bienal de Veneza em 1966, Julio Le Parc é uma figura importante na história da arte moderna.

Um defensor eterno dos direitos humanos, ele lutou contra a ditadura na América Latina. Em 1972, ele se recusou a realizar uma exposição retrospectiva no Musée d’Art Moderne de la Ville de Paris, depois de jogar uma moeda para tomar a decisão.

Apesar de seu papel fundamental na história da arte cinética, as telas, esculturas e instalações de Julio le Parc incluem questões relativas aos limites da pintura, por meio tanto de procedimentos mais próximos da tradição pictórica, tais como a acrílica sobre tela, quanto de assemblages ou aparatos mais propriamente cinéticos.

 

Le Park Lumier

Le Park Lumier

Participou das 2ª e 3ª edições da Bienal de Paris, França (1961 e 1963); da Bienal de Havana, Cuba (1984); e da Bienal do Mercosul, em Porto Alegre, Brasil (1999).

Entre as exposições coletivas recentes que integrou estão: Tomorrow was already here (Museo Tamayo, Cidade do México, México, 2012); Level 1 (Centre Pompidou, Metz, França, 2012); Suprasensorial (Hirshhorn Museum, Washington, EUA, 2013; Museum of Contemporary Art, Los Angeles , EUA, 2011); e Uma aventura moderna (Museu Oscar Niemeyer, Curitiba, Brasil, 2009). Exposições individuais recentes incluem: Soleil froid (Palais de Tokyo, Paris, França, 2013); Le Parc – lumière (Biblioteca Luiz Angel Arango, Bogotá, Colômbia, 2007); Verso la luce (Castello di Boldeniga, Brescia, Itália, 2004); e Retrospectiva (Pinacoteca do Estado de São Paulo, São Paulo, Brasil, 2001). Suas obras fazem parte de acervos como: Museum of Modern Art, Nova Iorque, EUA; Museu de Arte Moderna de São Paulo, São Paulo, Brasil; Tate, Londres, Inglaterra; Museum Bymans-Van Beuningen, Roterdã, Holanda; e Massachussetts Institute of Technology List Visual Arts Center, Cambridge, EUA.

 

Le Park Lumier

Le Park Lumier

 

Junto com seus companheiros membros do Groupe de Recherche d’Art Visual ( MENOR ), na década de 1960 Le Parc Quebrou radicalmente com a Convenção artística, rejeitando quadros estáticos em favor do dinamismo que colocou obras de arte no constante estado de fluxo, eliminando a possibilidade de pontos de vista fixos. O jogo de luz em seu Pieces Animated altera espaço, dissolvendo e recriá-lo e fazendo o espectador ” a parte da obra”. A substância material dos vários aparelhos e Light Machine “transporta” para o plano imaterial. Esta abordagem gera sempre novas e surpreendentes combinações  que nunca podem ser apreendidos em sua totalidade. Essa é a intenção do artista. Le Parc é também é um mago com poderes irresistíveis: alegremente e com a mão leve, ele nos transporta para o universo caleidoscópio de dança de luz, o reino de beleza elegante e irresistível que exerce o fascínio hipnótico.

 

Le Park Lumier

Le Park Lumier

 

A maior parte das peças da exposição ( 30 obras selecionadas) foi criada nos anos 1960. Todas formam “uma grande sinfonia de luz em movimento”, diz o curador da Coleção.

“Experimentar esses fugazes acontecimentos luminosos nos incentiva a refletir sobre a natureza instável da realidade e o curso irregular da própria vida, com todas as suas interrupções e mudanças”, ressalta Hans-Michael Herzog. “O caráter profundamente humano de sua obra e sua dimensão política estão no rigoroso repúdio a afirmações absolutas. Esta é uma arte livre e democrática, cheia de respeito pela humanidade, antiautoritária e avessa ao culto da genialidade”.

 

Le Park Lumier

Le Park Lumier

 

A exposição de Le Parc é acompanhada por um livro de 256 páginas, fartamente ilustrado, produzido pela Coleção Daros Latinamerica, em Zurique. A publicação traz os textos e manifestos históricos de Julio Le Parc; texto sobre o Groupe de Recherche d’Art Visuel (GRAV, Grupo de Pesquisa da Arte Visual), escrito por Alexander Alberro (historiador da arte, autor de diversos livros e professor do Barnard College, da Universidade de Columbia, Nova York); texto de Bettina Kaufmann, curadora suíça, e Käthe Walser sobre a obra “Lumière sur ressort”, de 1964; e o depoimento de Käthe Walser sobre o processo de restauro das instalações.

 

Le Park Lumier

Le Park Lumier

 

A exposição vai até o dia 23 de fevereiro de 2014, de quarta a sábado, das 11h às 19h, e domingos e feriados, das 11h às 18h. A Casa Daros fica na Rua General Severiano, 159, Botafogo.

Não percam por nada!!!

 

Le Park Lumier

Le Park Lumier

 

Comments

  1. Write more, thats all I have to say. Literally, it seems as though you rileed on the video to make your point. You definitely know what youre talking about, why waste your intelligence on just posting videos to your weblog when you could be giving us something enlightening to read?

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