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ame arquitetura | November 15, 2018

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Le Jules Verne

Le Jules Verne
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Paris é uma cidade que encanta até mesmo os mais desiludidos. Sem sobra de dúvidas, caminhar pelas margens do Rio Sena, e dar de cara com a Torre Eiffel, imponente e majestosa é uma das sensações que me renovam. Tanto quanto um banho de mar, acredito que a Torre consiga captar uma energia tão especial que contagia a todos que vão a Paris. C´est super!

 

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Se a Torre é tão mágica assim, imagina fazer dela um lugar onde se pode conhecer além de um marco turístico e arquitetônico da cidade luz? A experiencia em conhecer os prazeres da cozinha de Alain Ducasse aliada a vista que se tem do 2emme etage é indescritível. Nos encanta, vicia e transmite um sentimento único, voce está vivendo mesmo isso!! Começando pelo diferencial na hora da subida ao restaurante… No pilar sud (sul) encontramos um toldo chocolate/amarelo e nenhuma fila. Então você olha para os outros pilares: lotados. Se sentir VIP na torre é um tanto quanto bom para o ego, tenho que admitir…

 

História:

Inaugurado em 1983 o Jules Verne era, de início, uma boate. Em 2007, Alain Ducasse decidiu usar o local como instalação para seu novo restaurante. Seu designer, Patrick Jouin (pupilo de Philippe Starck) transformou o Le Jules Verne em um ambiente modernista, desde o hall dos elevadores ao salão e cozinha (vale lembrar que, por estar na Tour Eiffel, não existem instalações de gás no restaurante, se faz uso de eletricidade para preparar os pratos). Isso tudo a 125 metros de altura!

 

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Ao entrar no hall para o elevador exclusivo, temos a impressão de estar entrando em algum filme como Star Wars ou coisa do tipo… Espelhos, a estrutura da torre aparecendo e revestimentos preto e chocolate, em toda a parte. O elevador, para 6 pessoas, é todo em vidro, com barras para segurar são revestidas com couro cor de chocolate. Chegando ao restaurante, uma hostess vai te encaminhar para a sua mesa. Você dá uma olhada e vai pensar: este lugar consegue ser chic, elegante e high tech ao mesmo tempo e sem nenhuma pretensão. Começando pelo piso, negro com mini partículas brilhantes (andando pelo céu).

 

 

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A espera não dura 5 minutos,mas o ambiente foi pensado nos mínimos detalhes: o bar com linhas retas e cores claras contrasta com o banco e mesinhas em formas curvas e de cor escura. A iluminação azul indireta e os poucos pontos de luz direcionadas em tom branco/ambar se complementam sem deixar a aparência neon de antigamente. A base de apoio para os garçons e sommeliers fica no outro extremo deste corredor, deixando a vista das engrenagens e de Paris sobressairem. Esquadrias reproduzindo o trançado da torre, assim como o teto criam identidade ao ambiente. Aliás, todas as janelas possuem vidros anti-reflexo. A gente sabe bem o porque, né?

 

 

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Formas geométricas, cadeiras futuristas com base preta e couro bege, espelhos escuros, carpete cor de chocolate, paredes e teto em preto unidos a colmeia iluminada em ambar novamente, além da reprodução da iluminação azul no salão fazem do restaurante uma referencia modernista na decoração.

 

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Os 130 lugares do Le Jules Verne são organizados em vista, e a espera/bar e cozinha preenchem o miolo do “U” do pilar sul. De qualquer lugar pode-se desfrutar da linda vista de Paris. Claro que as mesas junto as janelas (geométricas também, em forma de octogono) são as melhores e mais disputadas, dependendo apenas da antecedência com que se faz a reserva.

 

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O acabamento do banco em couro, com vincos e separadores de mesa é impressionante. O cuidado com a arrumação das mesas, a louça geo-orgânica (será Philippe Starck? Acredito que sim) também decoram, com simplicidade e elegancia. Afinal, o que importa é a vista e a comida. O atendimento impecável diferencia, ainda mais estando em Paris, onde os garçons chegam a bater boca com clientes (acreditem, já aconteceu comigo… hahahaha).

 

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Banheiro high tech, com botão para abrir a porta de correr, iluminação descendo pela parede, granito preto com pontos de luz, e obvio, a reprodução das cores e iluminação do restaurante. A identidade visual é muito marcante no projeto do Patrick Jouin. E não cansa, é bem curiosa até, porque temos vontade de permanecer ali, mesmo sendo um pouco fora da realidade.

 

 

Salgados

 

Pode-se escolher entre o curso de Alain Ducasse ou fazer os pedidos a la carte. De qualquer maneira, isso não tem muita importância quando se recebe uma obra de arte, com sabor delicioso, tomando um vinho (na preferência o francês) e vivendo essa vista impressionante… Se come rezando, e amando!!!

 

Sobremesas

 

Sobremesas inusitadas, petit fours para a hora do café e um pacotinho com madeleines, para levar para casa um pouco ainda desse momento… Tudo pensado minuciosamente para proporcionar uma experiência em várias áreas como ver, sentir, provar, e fazer parte e prolongar… Vale, e muito, conhecer!

 

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Reservas (mediante pré pagamento) e preços:

 www.lejulesverne-paris.com 

Au revoir mes amis…

 

Comments

  1. They have really done an anamizg job! It’s really cool indeed… Regarding the attraction, it was good, but I like Mission Space better, so I can’t say that I miss it. Anyway I never had much love for EPCOT. The attractions that I really miss on the Resort are the MK ones, especially 20,000 leagues under the sea (that was my favorite attraction ever), Skyway and Mr. Toad’s Wild Ride. The worst thing is that they never built something nearly as good as these mentioned attractions in their place. Little Mermaid is going to be nice, but much inferior to the epic 20,000 leagues, and there’s nothing to replace the Skyway. The MK will take a very long time (if ever) to be as good as it was the first time I’ve been there, when it was celebrating it’s 20th anniversary.

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