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ame arquitetura | July 22, 2019

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Viñateria, restaurante em NY onde o velho vira novo!

Viñateria, restaurante em NY onde o velho vira novo!
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Vinatería, aberto desde abril de 2013,em Nova Iorque, é um restaurante onde tudo o que era velho, fica novo! Os lustres, as mesas, as cadeiras, quadro negro e até os pratos e talheres são peças garimpadas em antiquários. Projeto de Jonsara Ruth e equipe, fez com que a diretora de MFA da Parsons, pudesse colocar em prática o reaproveitamento de materiais, um dos conceitos do seu curso de design de interiores, de forma que o restaurante nao ficasse com a aparência de um mercado de pulgas. Para isso, recrutou alguns alunos e designers para deixar o ambiente, típico da região nova iorquina do Harlem, com o estilo e aparência new chic. A comida é deliciosa. Todas as massas são caseiras, feitas no próprio restaurante. O espaguete negro com polvo é imperdível, assim como as sardinhas. A carta de vinhos, como já se percebe pelo nome, é o carro-chefe do lugar. Eu adorei!

 

O portão de entrada no restaurante, que fica no Harlem, era opaco e sem nenhum atrativo. Ruth então chamou o artista James Scott para que fizesse estes recortes, imprimindo no piso do ambiente formas geométricas e um estilo art deco contemporâneo.

O portão de entrada no restaurante, que fica no Harlem, era opaco e sem nenhum atrativo. Ruth então chamou o artista James Scott para que fizesse estes recortes a laser, produzindo, no piso do ambiente, sombras com formas geométricas e um estilo art deco contemporâneo.

 

Todo o ambiente foi decorado com peças garimpadas por Fritz Karch, um dos colaboradores de Jonsara Ruth, especialista no assunto. As mesinhas altas de bar foram feitas a partir da readaptação de velhos carrinhos industriais, ganhando um tampo em alumínio. A mesa comprida foi feita com madeira reciclada, e as mesas redondas ganharam tampo em zinco. As luminárias em vidro leitoso, e as cadeiras arqueadas vieram de brechós.

Todo o ambiente foi decorado com peças garimpadas por Fritz Karch, um dos colaboradores de Jonsara Ruth, especialista no assunto. As mesinhas altas de bar foram feitas a partir da readaptação de velhos carrinhos industriais, ganhando um tampo em alumínio. O balcão foi feito com madeira reciclada, e as demais mesas ganharam tampo em zinco. As luminárias em vidro leitoso, e as cadeiras arqueadas vieram de brechós.

 

Essa parede com as luminárias vintage foi feita com as sobras das folhas de bolinha de feltro perfuradas e descartadas em uma fábrica na Pensylvannia. A designer revestiu um painel com esses decalques, que também servem para absorver o som do ambiente.

Essa parede com as luminárias vintage foi feita com as sobras das folhas de bolinha de feltro perfuradas e descartadas em uma fábrica na Pensylvannia. A designer revestiu um painel com esses decalques, que também servem para absorver o som do ambiente.

 

Algumas cadeiras permaneceram com sua cororiginal, enquanto outras foram pintadas de azul navy, ou cinza esverdeado. Mas todas tiveram os pés pintados até certa altura, para contrastar com o rodapé de 9cm, e o piso. Achei que ficou super diferente, como se as cadeiras flutuassem.

Algumas cadeiras permaneceram com sua cororiginal, enquanto outras foram pintadas de azul navy, ou cinza esverdeado. Mas todas tiveram os pés pintados até certa altura, para contrastar com o rodapé de 9cm, e o piso. Achei que ficou super diferente, como se as cadeiras flutuassem.

 

Os designers pensaram em formar conjuntos de talheres bonitos, mas que não custassem muito caro. Conseguiram reunir metais da mesma época (1930), mas com diferentes desenhos.

Os designers pensaram em formar conjuntos de talheres bonitos, mas que não custassem muito caro. Conseguiram reunir metais da mesma época (1930), mas com diferentes desenhos.

 

O passa prato do restaurante foi feito a partir das prateleiras, formando uma estante e o aparador dinamarquês emoldurando a vista da cozinha. A originalidade dessa idéia, que além de funcional, é lúdica, porque parece que o pessoal da cozinha está trabalhando dentro de um armário. Para quebrar a paleta de cores sóbrias, a artista plástica Helen Quinn fez algumas pinturas nautilus em rosa e laranja.

O passa prato do restaurante foi feito a partir das prateleiras, formando uma estante e o aparador dinamarquês emoldurando a vista da cozinha. A originalidade dessa idéia, que além de funcional, é lúdica, porque parece que o pessoal da cozinha está trabalhando dentro de um armário.

 

Para quebrar a paleta de cores sóbrias, a artista plástica Helen Quinn fez algumas pinturas nautilus em rosa e laranja. É importante colocar um pouco de cor em ambientes com design, em sua maioria, industrial e monocromático.

Para quebrar a paleta de cores sóbrias, a artista plástica Helen Quinn fez algumas pinturas nautilus em rosa e laranja. É importante colocar um pouco de cor em ambientes com design, em sua maioria, industrial e monocromático.

 

 

Para dar vida e perfume ao restaurante, foram instaladas pequenas hortas com ervas aromáticas perto das janelas, emoldurando a vista do Harlem.

Para dar vida e perfume ao restaurante, foram instaladas pequenas hortas com ervas aromáticas perto das janelas, emoldurando a vista do Harlem.

 

 

As prateleiras de vidro, com jarros, decanters, taças e copos vindos de brechós criam uma iluminação diferenciada nas paredes, pela reflexão da luz. Chopeiras vintage e o quadro negro desenhado e escrito com cuidado alegram e deixam o ambiente descontraído.

As prateleiras de vidro, com jarros, decanters, taças e copos vindos de brechós criam uma iluminação diferenciada nas paredes, pela reflexão da luz. Chopeiras vintage e o quadro negro desenhado e escrito com cuidado alegram e deixam o ambiente descontraído.

 

Pesquisa: NY Times

Vinatería, 2211 Frederick Douglass Boulevard; (212) 662-8462.

 

Por Aline Araujo

 

 

 

 

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